Alex Santos
Allana Malta
Anderson Rodrigues
Carla Luiza
Kayke Ramos
Melissa Râmila
Sahmira Simões
Vanessa Silva
Wanessa Souza
O artigo visa expor o
poder da internet sobre a velocidade para propagação das fake News e as
consequências na vida das vítimas. Visa também analisar as estatísticas que
expõe as porcentagens de cada região, o posicionamento das empresas que são
envolvidas para propagação das fake News, os principais alvos que envolvem
políticos para denegrir a imagem do mesmo e com isso implantamos alguns
exemplos para que possam entender o nível dessas notícias falsas.
ABSTRACT:
The article aims to expose the power of the internet on the speed to spread fake News and the consequences on the lives of the victims. It also aims to analyze statistics that show the percentages of each region, the positioning of companies that are involved in the spread of fake News, the main targets that involve politicians to denigrate the image of the same and with this we have implemented some examples so that they can understand the level of these false News.
Palavras-chave: Notícias, Falsas, Internet.
Na sociedade
modernizada, a internet tem ganhado um grande espaço na vida da maioria da
população, junto com esse crescimento e a expansão da informação trazida com a
globalização veio também pontos negativos tais como a desinformação, que é o
ato de levar informação de uma forma corrupta ou de forma enganosa, tornou-se
comum na atualidade, como um exemplo de desinformação na internet, podem ser
citadas as fake News ou notícias falsas em português, elas que como o próprio
nome sugere, são notícias falsas que são disparadas com o objetivo de ganhar
visualizações por meio das redes sociais ou por algum outro meio on-line, mas
seu principal disseminador, por conta da extrema rapidez que são propagadas,
são as redes sociais, as noticias são extremamente mentirosas, e boa parte das
vezes não tendo nenhuma ligação direta com sua fonte, e por consequências, alienando
assim, a população, fragilizada por falta de conhecimentos prévios e sem nenhum
tipo de senso crítico desenvolvido.
ESTATÍSTICAS
DAS NOTÍCIAS FALSAS
Um estudo realizado pelo Instituto de
Tecnologia de Massachusetts que na sigla em inglês é MIT, com a colaboração do
Witter, comprovou que as "Fake News" circulam com uma velocidade seis
vezes maior que as notícias verdadeiras. Todas as postagens foram verificadas
por 6 agências de checagem de fatos. Que foram divulgadas no Witter desde 2006,
que foi quando a rede social foi lançada, até 2017. Foram mais de 126 mil
postagens publicadas na rede social, compartilhada por três milhões de pessoas.
A pesquisa revelou
também que 70% das notícias falsas tem mais probabilidade de serem replicadas,
as "fake News" que mais viralizam são sobre política, desastres
naturais, finanças e ciência. Esse tipo de conteúdo é em sua maioria pessoas e
não programas de computador.
O principal alvo do
fake News é disseminar notícias falsas para um determinado público com fragilidade,
com o objetivo de ter vários clicks e valores econômicos, as notícias são
intermediadas pela rede social pois tem rápida comunicação e assim facilitando
a divulgação de tais notícias, isso é usado para crescer ou denegrir a imagem
de tal candidato, e por maioria das vezes as fake News não tem um fundo de
verdade, e podem ser usadas por todos, ate mesmos de políticos para atingir
outros políticos, para que sua intenção de votos mancharem seu nome e assim
ganhar confiança e votos.
O objetivo de uma fake
News é fazer com que as notícias falsas criem uma polêmica em torno de uma
situação ou até mesmo de uma pessoa, para dessa forma contribuir para denegrir
sua imagem. Por ser algo dramático e polêmico ela costumam atrair muito a
atenção das pessoas causando um senso crítico, por esse fato as fake News são
utilizadas para manchar a reputação de umindivíduo, enganar os leitores os
fazendo acreditarem na mentira que está lendo, tendo também intenções de fazer
piada e gerar humor. Contudo seu maior objetivo é convencer o usuário a
replicar a publicação mesmo que não tenha certeza de sua veracidade.
Há grande chance de
você se deparar com conteúdo falso na Internet enquanto navega normalmente, ou
quem sabe por aquele grupo de família no Whatsapp.
Segundo estimativa da PSafe, 8,8 milhões de
pessoas no Brasil teriam sido impactadas por fake News nos três primeiros meses
deste ano, com conteúdos de política. Na comparação com o quarto trimestre de
2017, o crescimento na disseminação desses conteúdos foi de quase 12%, sendo o
Whatsapp o meio favorito para esta proliferação - 95,7% das fake News tiveram o
aplicativo de mensagem como o principal disseminador.
Os dados apontam que
três em cada quatro pessoas que acessaram notícias falsas no primeiro trimestre
são das regiões sudeste 47%, e nordeste 28% do país. Em seguida vêm as regiões
norte 10%, sul 8% e centro - oeste 7%. Além disso, mais de 55% de todas as fake
News bloqueadas estavam concentradas em cinco estados: São Paulo, Rio de
Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Pernambuco. “o fato de as notícias falsas
dependerem de uma geração de escalas relevante atingida um número de pessoas
elevado em um curto período - favorece sua proliferação em centros com grandes
populações”.
A fake News pode
afetar as empresas, fazendo-a perder seus clientes para a concorrência, pois
nem todos os clientes se sentiram confortáveis a comprar determinado produto
numa empresa na qual está sendo denegrida pela concorrência, fazendo assim com
que a empresa denegrida perca lucro e a confiança nos produtos que está ela
fornece.
Segundo as pesquisas
realizadas, afirma que atualmente no Brasil ainda não há uma lei, que prenda ou
puna os culpados por criarem ou disseminarem as chamadas fake news,( notícias
falsas). Mas isso não quer dizer que os culpados estarão livres de serem
responsabilizados. Quando uma notícia falsa é publicada, a vítima pode então,
recorrer à justiça civil determinando
que retirem o conteúdo falso por meio de uma autorização judicial.
Se a pessoa ofendida quiser também uma
indenização, é preciso ir à justiça criminal e afirmar que houve injúria,
calúnia e difamação. Variando as penas para este tipo de crime, são em média a
3 meses ou 3 anos de cadeia, que também dependendo do caso, podem ser trocados
por serviços comunitários e o pagamento de uma multa ( indenização ).
OCORRÊNCIA
DAS FAKE NEWS
Um exemplo de uma
fake News envolvendo a politica ,foi a criação de um suposta entrevista na qual
o candidato de um partido afirma que “após
completar cinco anos de idade, a criança passa a ser propriedade do estado.
Cabe a nós decidir se menino será menina e viso e versa! Aos pais cabe acatar a nossa decisão respeitosamente,
sabemos o que é melhor para as crianças”, o texto foi publicado sem fonte. O
partido em questão recorreu ao TSE que retirasse do ar tais publicações.
No município de Dias
D’Ávila, houve uma situação na qual um jovem de aproximadamente dezoito anos de
idade que foi acusado de estuprar uma
criança, ele foi confundido com o verdadeiro estuprador pois o nome era
igual e sua aparência física tinha grande semelhança. Este jovem que foi
confundido teve diversos problemas, entre ele a desconfiança de pessoas que não
tinham contato direto com ele. Após uma seres de investigações finalmente o
verdadeiro culpado foi encontrado e apreendido deixando o jovem inocente livre
de olhares maldosos.
Conclui-se que o
fenômeno das fake News, as famosas noticias falsas, vem se alastrando por todo
o mundo. Causando assim muitos problemas para suas vítimas, podendo chegar a um
ponto tão crítico que ninguém sabe mais diferenciar uma notícia verdadeira ou uma
notícia falsa. O mundo virtual tem se tornado cada vez mais perigoso. Causando
assim a insegurança de seus usuários e ao mesmo tempo, facilitando a ação de
criminosos de todos os tipos. É certo que, nem tudo o que vemos em redes
sociais, sites, blogs, jornais, revistas e etc., pode ser confiável. É
necessária a conscientização de uma grande parte das pessoas para que esse tipo
de problema não venha a ter tanta repercussão. Preservando assim a ética moral
e o respeito ao próximo, valores esses principais em uma sociedade.
REFERÊNCIAS
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