sexta-feira, 23 de novembro de 2018

( VÍDEO) A EDUCAÇÃO BRASILEIRA E OS NOVOS DESAFIOS PARA O SÉCULO XXI: PRESENTE E FUTURO (VÍDEO)


PARTICIPANTES DO VÍDEO:
Adriane Santos Santana
Ana Luiza C. B. Santos
Ariadne das Virgens Melo
Cláudio Santos de Jesus
Marcos Henrique Jesus da Silva
Monique Oliveira Azevedo
Paloma dos Anjos Santos Moreira
Tássio Carvalho Pereira
Tiffany Sena Santos
Yasmim de Jesus Rosa

A EDUCAÇÃO BRASILEIRA E OS NOVOS DESAFIOS PARA O SÉCULO XXI: PRESENTE X FUTURO

A EDUCAÇÃO BRASILEIRA E OS NOVOS DESAFIOS PARA O SÉCULO XXI: PRESENTE X FUTURO


Adriane Santos Santana
Ana Luiza C. B. Santos
Ariadne das Virgens Melo
Cláudio Santos de Jesus
Marcos Henrique Jesus da Silva
Monique Oliveira Azevedo
Paloma dos Anjos Santos Moreira
Tássio Carvalho Pereira
Tiffany Sena Santos
Yasmim de Jesus Rosa


Resumo: Este artigo visa analisar como funciona a educação brasileira, incluindo seus respectivos desafios encontrados durante século XXI que impossibilita nosso enquadramento. Mostra também as consequências causadas pela deficiência do ensino público brasileiro, e possíveis soluções para uma futura melhora.
Abstract: This article aims to analyze how Brazilian education works, including its respective challenges encountered during the XXI century, which makes it impossible for us to establish a framework. It also shows the consequences caused by the deficiency of Brazilian public education, and possible solutions for future improvement.

Palavras-chave: Educação. Analfabetismo funcional. Conscientização.

No Brasil existem escolas que realizam uma educação de qualidade, tanto no ensino público como no privado. Porém, dados afirmam que o governo incita a limitação do ensino, onde apenas uma classe é favorecida, chamada classe dominante. Em virtude disso, para os governantes é mais fácil convencer as pessoas carentes de desconhecimento do que pessoas críticas e estudadas. Dessa forma, a realidade da educação no Brasil é marcada pela estrema desigualdade social.  
A realidade da educação no país
O Brasil apresenta de forma absurda algumas características de países em desenvolvimento, entre elas a enorme desigualdade na distribuição de renda e grandes deficiências no sistema educacional. No mesmo muitas contribuições para um determinado fim não chegam sequer aos que mais necessitam, e acabam se perdendo pela burocracia e ineficiência do estado. Ao final do ensino médio um brasileiro está preparado para produzir apenas 30% do que um coreano produz na mesma situação. Diferente do Brasil, as escolas europeias de ensino médio possuem modelos flexíveis de ensino que se moldam aos interesses e competência dos alunos. O fato é que a qualidade da educação está aliada à qualidade da formação dos professores, e o que o professor pensa determina o que ele faz quando ensina.     
O sistema de ensino brasileiro é dividido em redes do MEC e CNE. Essas redes são responsáveis por elaborar políticas públicas, prover vagas e cuidar da administração da educação infantil e do ensino fundamental I.É obrigação do governo estadual disponibilizar vagas para o EJA e administrar o ensino fundamental II e ensino médio. As instituições como as de ensino superior, universidades federais, centros federais tecnológicos são formados pela rede federal, e essa rede responde diretamente ao MEC. O MEC é responsável por elaborar políticas públicas e coordenar a educação brasileira. O CNE – Conselho Nacional de Educação - trabalha com o MEC especialmente em assuntos mais técnicos e tem uma importante função de assegurar a participação da sociedade.  

Desafios da educação brasileira
O século XXI têm vivido uma verdadeira revolução tecnológica e consequentemente cultural. Em meio a tantas transformações os profissionais da educação se deparam com uma verdadeira decadência entre a evolução e o retrocesso.
Ao longo da história educacional o país passou por inúmeras mudanças, mas nenhuma delas tratou efetivamente uma das questões mais serias, o analfabetismo. No Brasil existem cerca de 14 milhões de analfabetos, como jovens de 15 anos ou mais, de acordo com dados divulgados pelo IBGE (referente ao censo 2010). E a todo momento vem surgindo questões como o porquê das dificuldades de acesso e permanência na escola. Muitas vezes, essas dificuldades estão diretamente ligadas a questões familiares, falta de estrutura, ou até mesmo a algum fator psicológico, que o mesmo influencia diretamente no aprendizado. As crianças e os adolescentes se mostram cada dia mais desinteressados pelo conteúdo que lhes é oferecido em sala de aula, pois são integrantes de uma geração na qual a informação chega de maneira relâmpago e nem sempre é assimilada da forma correta.  
Atualmente muitas pessoas tem acesso à educação, diferente do passado que a mesma era restrita, porém na educação ainda podemos encontrar diversos desafios, como:
Estruturas inadequadas nas redes de ensino;
Professores sem recursos para utilizar seus métodos de ensino em sala de aula;
Fazer com que a educação chegue a todas as crianças e jovens;
Falta de investimento do governo para a alfabetização;
A situação do ensino se difere entre os séculos XX e XXI, por exemplo, no século XX existia uma falta de tecnológica e informação, o ensino era raro, e a maioria das pesquisas eram feitas por meio de livros, além do ensino ser proibido para as mulheres, e quando as mesmas tinham a oportunidade de estudar só era permitido que chegassem até o primário, quando não havia o trabalho infantil.                              
Nessa época, as escolas tinham mais responsabilidades, os métodos de ensino eram mais exigentes, e as escolas eram em pequena escala, o ensino era sempre baseado por memorização, por esse motivo em algumas situações os professores aplicavam um castigo severo.
Nessa época a violência não existia pois havia regras que se não fossem cumpridas, tinham consequências, por exemplo a palmatória e humilhação psicológica.
Nessa época a falta de livros era grande e quem podia ter os livros eram as pessoas que tinham boas condições financeiras, além das salas de aula estarem sempre lotadas.
E no século XXI  a tecnologia tem tomado conta em todas as áreas, e a mesma tem se tornado cada vez mais presente nas escolas com o uso dos celulares.  
Os alunos se sentem mais desmotivados em aprender e com isso a falta de interesse vem crescendo de uma forma absurda, causando uma deficiência na construção de um futuro digno.
Os pais dos alunos não exercem mais a devida autoridade sobre os seus filhos, e algumas escolas acabam educando os mesmos, perdendo assim o seu foco.

Como será a educação no futuro se continuar como está
São muitos problemas que estão presentes na educação brasileira, especialmente na educação pública, pois existem diversos fatores que proporcionam resultados negativos. As avaliações implantadas pelo governo para avaliar a educação brasileira vem apresentando números desanimadores, e por conta disso acaba se tornando uma situação insustentável, e se continuar da mesma forma a situação irá se agravar.

Os dados a seguir relatam os problemas da educação brasileira:
O Brasil está no 53° lugar em educação, entre 65 países avaliados. Mesmo com um programa social que incentivou a matrícula de 98% de crianças entre 6 e 12 anos, 713 mil crianças continuam fora da escola. O analfabetismo de pessoas com idade entre 15 e 64 anos foi registrado em 28% no ano de 2009. Dos alunos que chegam no 5° ano da escola, 34% ainda não conseguem ler. E dos jovens que concluem o ensino fundamental, e que moram nas grandes cidades, 20% não conseguem ou não sabem fazer o uso da leitura e da escrita.  97% dos estudantes com idade entre 7 e 14 anos se encontram na escola, mas os 3% restante que chega a cerca de 1.5 milhões de pessoas aproximadamente estão fora da sala de aula. Para cada 100 alunos que entram na primeira série, somente 50 deles terminam o 9° ano do ensino fundamental na idade correta, apenas 30 concluem o ensino médio sem interrupção e apenas 20 chegam na universidade.
Medidas que podem combater os índices acima apresentados:
Mobilização da sociedade para a importância que a educação exerce;
Direcionamento de recursos financeiros para as escolas e professores;
Valorização do profissional da educação;
Implantação de medidas políticas educacionais a longo prazo;
A síndrome de Burnout é também um desafio encontrado, ela tem afetado principalmente as pessoas que se dedicam muito a vida profissional, e depois se sentem tristes por achar que o seu trabalho não é valorizado, entre elas estão os profissionais da área educacional. Os sintomas da síndrome incluem exaustão física e emocional, ansiedade, desânimo, dificuldade de sentir prazer, dificuldade de raciocinar, irritabilidade, alterações do sono, sentimentos de incapacidade ou inferioridade, falta de motivação e criatividade. Com avanço do quadro pode sobrevir transtornos mentais como a depressão. Desse modo a pessoa que sofre da síndrome de Burnout encontra alívio em drogas, bebidas alcoólicas e tabaco.

Há hoje em dia muitos cidadãos inexperientes com sede e fome de conhecimento que precisam a todo momento ser saciado de um sistema educacional. Mas com as condições vistas acima acerca da educação atual, muitas pessoas não conseguem saciar totalmente sua sede por conhecimento.  
Com todas essas situações podemos perceber evidentemente o aumento da criminalidade e a falta de oportunidades de emprego, pois a maioria dos alunos não chegam a concluir o ensino médio, dificultando assim o início de um curso profissionalizante para ser possivelmente contratado por alguma empresa.  Muitos jovens entram na vida do crime pelo fácil acesso ao dinheiro, muitos visando a melhoria de vida de uma forma mais rápida. A falta de interesse pelos estudos e as desmotivações os levam a seguir esse meio. É muito mais fácil o governo convencer pessoas carentes de conhecimento do que pessoas críticas e estudadas. O governo não dá uma educação de qualidade para as escolas porque a educação o derruba.
Conclusão:
Os desafios do século XXI são claramente vistos hoje em toda a sociedade.
Esses desafios podem causar um grande impacto no futuro da humanidade. Podem mudar o rumo de toda a história tendo assim conseqüências devastadoras. Se no futuro as coisas continuarem como estão os valores morais, os princípios éticos e a cultura serão extintos. As pessoas deixarão de lado a sua humanidade e tudo se tornará banal.
Uma possível solução para mudar essa realidade é uma escola com professores qualificados que possam saciar nossas dúvidas, é preciso mais tecnologias, alunos conscientes que fazem bom uso de seus recursos, e, acima de tudo, um ensino igualitário e de qualidade.

Referências:
https://canaldoensino.com.br/blog/45-sugestoes-para-melhorar-a-educacao-no-brasil

https://www.diariodoaco.com.br/ler_noticia.php?id=47920&t=os-desafios-da-educacao-do-seculo-xxi

https://medicoresponde.com.br/o-que-e-sindrome-de-burnout-e-quais-sao-os-sintomas/

A internet e o fenômeno das notícias falsas. (Fake news) / Vídeo



A INTERNET E O FENÔMENO DAS NOTÍCIAS FALSAS (Fake News)


Alex Santos
Allana Malta
Anderson Rodrigues
Carla Luiza
Kayke Ramos
Melissa Râmila
Sahmira Simões
Vanessa Silva
Wanessa Souza


O artigo visa expor o poder da internet sobre a velocidade para propagação das fake News e as consequências na vida das vítimas. Visa também analisar as estatísticas que expõe as porcentagens de cada região, o posicionamento das empresas que são envolvidas para propagação das fake News, os principais alvos que envolvem políticos para denegrir a imagem do mesmo e com isso implantamos alguns exemplos para que possam entender o nível dessas notícias falsas.

ABSTRACT: 

The article aims to expose the power of the internet on the speed to spread fake News and the consequences on the lives of the victims. It also aims to analyze statistics that show the percentages of each region, the positioning of companies that are involved in the spread of fake News, the main targets that involve politicians to denigrate the image of the same and with this we have implemented some examples so that they can understand the level of these false News.

Palavras-chave: Notícias, Falsas, Internet.

Na sociedade modernizada, a internet tem ganhado um grande espaço na vida da maioria da população, junto com esse crescimento e a expansão da informação trazida com a globalização veio também pontos negativos tais como a desinformação, que é o ato de levar informação de uma forma corrupta ou de forma enganosa, tornou-se comum na atualidade, como um exemplo de desinformação na internet, podem ser citadas as fake News ou notícias falsas em português, elas que como o próprio nome sugere, são notícias falsas que são disparadas com o objetivo de ganhar visualizações por meio das redes sociais ou por algum outro meio on-line, mas seu principal disseminador, por conta da extrema rapidez que são propagadas, são as redes sociais, as noticias são extremamente mentirosas, e boa parte das vezes não tendo nenhuma ligação direta com sua fonte, e por consequências, alienando assim, a população, fragilizada por falta de conhecimentos prévios e sem nenhum tipo de senso crítico desenvolvido.

ESTATÍSTICAS DAS NOTÍCIAS FALSAS
Um estudo realizado pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts que na sigla em inglês é MIT, com a colaboração do Witter, comprovou que as "Fake News" circulam com uma velocidade seis vezes maior que as notícias verdadeiras. Todas as postagens foram verificadas por 6 agências de checagem de fatos. Que foram divulgadas no Witter desde 2006, que foi quando a rede social foi lançada, até 2017. Foram mais de 126 mil postagens publicadas na rede social, compartilhada por três milhões de pessoas.
A pesquisa revelou também que 70% das notícias falsas tem mais probabilidade de serem replicadas, as "fake News" que mais viralizam são sobre política, desastres naturais, finanças e ciência. Esse tipo de conteúdo é em sua maioria pessoas e não programas de computador.

O principal alvo do fake News é disseminar notícias falsas para um determinado público com fragilidade, com o objetivo de ter vários clicks e valores econômicos, as notícias são intermediadas pela rede social pois tem rápida comunicação e assim facilitando a divulgação de tais notícias, isso é usado para crescer ou denegrir a imagem de tal candidato, e por maioria das vezes as fake News não tem um fundo de verdade, e podem ser usadas por todos, ate mesmos de políticos para atingir outros políticos, para que sua intenção de votos mancharem seu nome e assim ganhar confiança e votos.

O objetivo de uma fake News é fazer com que as notícias falsas criem uma polêmica em torno de uma situação ou até mesmo de uma pessoa, para dessa forma contribuir para denegrir sua imagem. Por ser algo dramático e polêmico ela costumam atrair muito a atenção das pessoas causando um senso crítico, por esse fato as fake News são utilizadas para manchar a reputação de umindivíduo, enganar os leitores os fazendo acreditarem na mentira que está lendo, tendo também intenções de fazer piada e gerar humor. Contudo seu maior objetivo é convencer o usuário a replicar a publicação mesmo que não tenha certeza de sua veracidade.

Há grande chance de você se deparar com conteúdo falso na Internet enquanto navega normalmente, ou quem sabe por aquele grupo de família no Whatsapp.
 Segundo estimativa da PSafe, 8,8 milhões de pessoas no Brasil teriam sido impactadas por fake News nos três primeiros meses deste ano, com conteúdos de política. Na comparação com o quarto trimestre de 2017, o crescimento na disseminação desses conteúdos foi de quase 12%, sendo o Whatsapp o meio favorito para esta proliferação - 95,7% das fake News tiveram o aplicativo de mensagem como o principal disseminador.

Os dados apontam que três em cada quatro pessoas que acessaram notícias falsas no primeiro trimestre são das regiões sudeste 47%, e nordeste 28% do país. Em seguida vêm as regiões norte 10%, sul 8% e centro - oeste 7%. Além disso, mais de 55% de todas as fake News bloqueadas estavam concentradas em cinco estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Pernambuco. “o fato de as notícias falsas dependerem de uma geração de escalas relevante atingida um número de pessoas elevado em um curto período - favorece sua proliferação em centros com grandes populações”.

A fake News pode afetar as empresas, fazendo-a perder seus clientes para a concorrência, pois nem todos os clientes se sentiram confortáveis a comprar determinado produto numa empresa na qual está sendo denegrida pela concorrência, fazendo assim com que a empresa denegrida perca lucro e a confiança nos produtos que está ela fornece.
Segundo as pesquisas realizadas, afirma que atualmente no Brasil ainda não há uma lei, que prenda ou puna os culpados por criarem ou disseminarem as chamadas fake news,( notícias falsas). Mas isso não quer dizer que os culpados estarão livres de serem responsabilizados. Quando uma notícia falsa é publicada, a vítima pode então, recorrer à justiça civil determinando  que retirem o conteúdo falso por meio de uma autorização judicial.

 Se a pessoa ofendida quiser também uma indenização, é preciso ir à justiça criminal e afirmar que houve injúria, calúnia e difamação. Variando as penas para este tipo de crime, são em média a 3 meses ou 3 anos de cadeia, que também dependendo do caso, podem ser trocados por serviços comunitários e o pagamento de uma multa ( indenização ).

OCORRÊNCIA DAS FAKE NEWS

Um exemplo de uma fake News envolvendo a politica ,foi a criação de um suposta entrevista na qual o candidato de um partido afirma que       “após completar cinco anos de idade, a criança passa a ser propriedade do estado. Cabe a nós decidir se menino será menina e viso e versa! Aos pais  cabe acatar a nossa decisão respeitosamente, sabemos o que é melhor para as crianças”, o texto foi publicado sem fonte. O partido em questão recorreu ao TSE que retirasse do ar tais publicações.

No município de Dias D’Ávila, houve uma situação na qual um jovem de aproximadamente dezoito anos de idade que foi acusado de estuprar uma  criança, ele foi confundido com o verdadeiro estuprador pois o nome era igual e sua aparência física tinha grande semelhança. Este jovem que foi confundido teve diversos problemas, entre ele a desconfiança de pessoas que não tinham contato direto com ele. Após uma seres de investigações finalmente o verdadeiro culpado foi encontrado e apreendido deixando o jovem inocente livre de olhares maldosos.

Conclui-se que o fenômeno das fake News, as famosas noticias falsas, vem se alastrando por todo o mundo. Causando assim muitos problemas para suas vítimas, podendo chegar a um ponto tão crítico que ninguém sabe mais diferenciar uma notícia verdadeira ou uma notícia falsa. O mundo virtual tem se tornado cada vez mais perigoso. Causando assim a insegurança de seus usuários e ao mesmo tempo, facilitando a ação de criminosos de todos os tipos. É certo que, nem tudo o que vemos em redes sociais, sites, blogs, jornais, revistas e etc., pode ser confiável. É necessária a conscientização de uma grande parte das pessoas para que esse tipo de problema não venha a ter tanta repercussão. Preservando assim a ética moral e o respeito ao próximo, valores esses principais em uma sociedade.

REFERÊNCIAS



DISCURSO DE ÓDIO NA SOCIEDADE BRASILEIRA ATUAL: POLITICA E SOCIEDADE

DISCURSO DE ÓDIO NA SOCIEDADE BRASILEIRA ATUAL: POLITICA E SOCIEDADE


                                                                            

Ana Lúcia Santos da Silva
Ellen Camile Arruda Conceição
Gabriella da Paixão Fernandes
Luciane silva de Souza
Layla Mirella de Lima Moreira
Nalbert Santos de Jesus
Thayane Cristina Almeida Alves


RESUMO                                                                                                                                                                                                                                                            
Este trabalho tem como objetivo, debater e analisar a propagação do discurso de ódio sendo qualquer violência verbalizada considerada por lei contra os direitos humanos, apesar de estar presente atualmente na nossa sociedade, em redes sociais e noticiários, esse discurso não é recente, visto que teve a sua ascensão no governo nazista da Alemanha. Agora esse discurso de ódio está presente não somente na Europa mas em toda América, inclusive no Brasil.

ABSTRACT                                                                                                                             

The purpose of this paper is to discuss and analyze the propagation of hate speech, with any verbal violence considered by law against human rights, although it is present in our society today, in social networks and in the news, this discourse is not recent, since had its rise in the Nazi government of Germany. Now this hate speech is present not only in Europe but throughout America, including Brazil.


Palavras-Chave: Discurso, Ódio; Democracia; Nazismo; Internet.


Discurso de ódio é qualquer insulto que possa impulsionar discriminação, ódio ou até violência física e verbal contra uma pessoa ou grupo por conta da sua sexualidade, gênero, raça, religião, nacionalidade ou qualquer outra característica que venha diferir limites considerado ‘’ padrão social’’. Na visão jurídica qualquer tipo de ação que seja contra os direitos humanos é proibida por lei.
A história do discurso de ódio sempre foi definida por conflito, violência e tortura, há muito tempo atrás o ódio já se disseminava como por exemplo na Alemanha durante a segunda guerra mundial onde é possível dizer que o termo daí então ficou conhecido com a ideologia de exterminação das pessoas que são consideradas diferentes. Pode-se relatar que a Alemanha nazista se baseou no extermínio constante daquele povo indiferentes como os judeus, deficientes físicos, adversários políticos, homossexuais dentre outros. No início da segunda guerra houve por volta de 50 milhões de mortes, fora as perseguições propagada pela supremacia racial e ultranacionalismo, Os nazistas com intuito de conservar sua aproximação com a massa populacional usavam como técnicas meios de comunicação tais como jornal cinematográfico, artes, escolas, rádios e a imprensa para domínio do pensamento público.

1.    . O discurso de ódio na internet

Com o passar dos anos, a ascensão do discurso de ódio passou a viralizar na internet, ou melhor nas redes sociais, as pessoas alegam a posse da sua liberdade de expressão, no entanto essa liberdade vai até certo ponto, o direito de um indivíduo vai até o direito de outro. O discurso de ódio ultrapassa o limite, acaba sendo um ataque, esse discurso sempre existiu mas as redes cibernéticas amplificaram e facilitaram uma vez que nas redes as pessoas podem se esconder atrás de fakes e/ou ficar no anonimato para descriminar o outro.

2.  .  O alvo, e o tipo desse ódio

Existem muitos exemplos de famosos que sofreram essa descriminação nas redes, seja por cabelo e cor como a atriz Taís Araújo ou seja pela sua sexualidade como a repórter Fernanda gentil sofreu quando postou fotos com a sua namorada, ressaltando que, esses casos entre muitos outros são de famosos com grande visibilidade mas uma boa parte pessoas em nossa sociedade sofrem todos os dias com o ódio gratuito na internet. Existem os discursos não tão diretos, quando não agridem uma pessoa em si mas a sua vivencia, aos seus paradigmas, os seus reais problemas internos, seja em posts publicados, tuites, comentários, muitas vezes em forma de piadas, esses são os ataques velados, comentam do tipo de cabelo, do corpo, da voz, das roupas, das classes sociais, seja da aparência ou do estado em que vive.

3.    Discurso de ódio nos âmbitos políticos

A política é um legitimo espaço de conflitos onde quem tiver o discurso mais objetivo assim influenciando a opinião pública para obter apoio aos argumentos que defende, ou reprove as propostas da oposição sai em vantagem mas estamos em uma democracia onde a disputa eleitoral tem estimulado muito o discurso de ódio, é como se aqueles valores vistos lá na Alemanha do século XX, por volta da segunda guerra, de uma elite, conservadora e ultranacionalista que é nutrida da opressão, estivessem de volta. Começando pela divulgação de notícias incorretas, as famosas fake news, como exemplo a relação do nazismo com a esquerda, divulgando pela internet para promover seus discursos, e deslegitimar seus opositores, incitando ao ódio a minorias, é claro que em uma democracia não se pode propagar discursos genocida ou quaisquer semelhante, é inegável que ao pesquisar sobre política e discurso de ódio em escala mundial não seja encontrado principalmente os nomes dos atuais presidentes do Brasil e Estados unidos, O presidente Jair Bolsonaro e o Donald J. Trump, que ao exteriorizar suas ideologias sejam quase sempre com violência e irreverencia, com declarações nitidamente nocivas as minorias, as vezes preconceituosas e valorizando a violações, chamado por muitos de discursos fascistas.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Tendo em vista tudo que foi analisado nesse artigo, o discurso de ódio e a intolerância está nitidamente presente na sociedade e mesmo sendo proibido por lei, minorias são afetadas pela mesma. Na internet estamos vivendo uma grande ascensão desse discurso, nessa geração do “like”, onde quem curte postagens e comentários ofensivos apoia o opressor, igualando o seu pensamento preconceituoso. Possibilidades para o fim do ódio é o respeito a diferença, medidas cabíveis pelos âmbitos jurídicos é a prisão com maior reclusão aos opressores e quanto a internet, um maior cuidado dos algoritmos em relação a qualquer tipo de publicação e comentário que saia da zona da liberdade de expressão e passe a ofender a outrem, sendo imediatamente banido e\ou punido da rede.

REFERÊNCIAS


Vídeo:



As Redes Sociais e o Cyberbullying.


Alunos: Melissa Valeria dos Santos Santana, Ana Caroline Portugal Nascimento, Manuela Alves da Silva Santos, Sara Caroline Pereira Alves, Matheus Queiroz Nogueira, Dandara Brisa Santos Reis, Rony Silva Santos, Wandeslane da Silva Sales, Evelly dos Santos Oliveira, Cassia Mota.
                                       
RESUMO:

O objetivo deste conteúdo foi analisar a relação do cyberbullying nas redes sociais. E a concepção sobre os agressores e as vítimas, e as grandes consequências deste ato.Este conteúdo foi produzido por alunos do ensino médio, através de pesquisas e outros recursos. Também foi apresentado as consequências tanto das vítimas, quanto dos agressores.   Podemos compreender através desse conteúdo o quanto é perigoso e preocupante esse assunto que muita das vezes tem sido colocado em prática por nós mesmos.

Palavra chave: Cyberbullying, Redes sociais, virtual.

Social networks and Cyberbullying.
Abstract: The purpose of this content was to analyze the relationship of cyberbullying in social networks.
And the conception of the aggressors and of the victims, and the great consequences of this act. This content was produced by high school students through surveys and other resources. The consequences of both the victims and the aggressors were also presented. We can understand through this content how dangerous and disturbing this subject has been that has often been put into practice by ourselves.

Keyword: Cyberbullying, Social networks, virtual.

Introdução:

 Quando revemos a linha do tempo e a evolução da tecnologia, observamos como ela invadiu nossas vidas e nos deu grande mobilidade, encurtou distâncias e fronteiras.
Muita coisa mudou e continua mudando, podemos  destacar o crescimento cada vez maior das redes sociais. Nos dias atuais a possiblidade de compartilhar, dialogar e descumprir diferentes e inúmeros conteúdos de uma maneira veloz. Conectados com o mundo é natural que a maneira de se comportar seja diferente. As redes sociais não são só uma moda, ela a cada dia mais tem se tornado parte da vida das pessoas. Já podemos perceber que as futuras gerações serão mais conectadas ainda. Que a utilização de usuários das redes sociais tem crescido a cada dia mais já sabemos! A verdadeira realidade é que ultimamente não estão só usando para seu próprio prazer mais sim para praticarem agressões. Como o Cyberbullying que não é nada mais do que a violência virtual, que é o verdadeiro foco deste conteúdo.

Cyberbullying:

É uma forma de violência utilizada virtualmente por alguém para ofender, humilhar e por para baixo outra pessoa, isso pode ocorrer com qualquer pessoa que tenha ou não acesso à internet e redes sociais. Esses acontecimentos surgem quando um indivíduo simplesmente não agrada a ideologia de padrão do agressor, o agressor se sente incomodado de alguma forma e assim começa a praticar a violência virtual, causando danos a (pessoa) alvo do ataque. Não existe tipo de pessoas específicas que sofram esse ataque, mas geralmente isso ocorre com jovens que não se padronizam com o que o agressor acha correto, normalmente eles criam contas falsas somente para insultar a vítima, mas também podem atacar a vítima com a sua própria conta em qualquer rede social. A palavra cyberbullying é uma junção da palavra "cyber” que é inglesa e é caracterizada como relação virtual e bullying que é como se nomeia quando alguém oprime e humilha outra pessoa e se ocorrer de um indivíduo exercer às duas coisas, ela já pode ser classificada como cyberbullying.

Caracteristicas do Cyberbullying:

O Cyberbullying tem características diferentes do bullying tradicional, podemos destacar:
Acessibilidade: Onde há geralmente um período padrão de tempo, no qual os agressores têm acesso a suas vítimas.
Anonimato: O agressor é muita das vezes anônimo, podendo fazer a vítima ficar se perguntando quem está por trás disso, o que pode causar um temor maior e estresse.
Expectadores: Os espectadores são aqueles que apreciam voluntariamente ou não a um evento, ou uma situação. O espectador no mundo cibernético ele pode receber e transmitir informações. O número de espectadores no mundo cibernético pode chegar a milhões, por isso não há totalmente um controle.
Desinibição: O anonimato proporcionado pela internet pode levar um indivíduo que não tenha muita visibilidade a intimidar outras.
Medos de punição: Muita das vezes as vítimas por medo acabam não denunciando os agressores, temendo a represálias ou até medo de que o seu acesso de aparelhos comunicativos virtual sejam tirados.

Cyberbullying em nove formas mais comuns:

O cyberbullying pode assumir muitas formas. Mais existem nove formas que são as mais comuns:
Injúria: Qualquer ofensa à dignidade de alguém.
Difamação: Imputação de fato ofensivo a reputação de alguém.
Ofensa: É um tipo de manifestação pela qual um indivíduo se sente insultado ou desqualificado.
Falsa identidade: fazer-se passar por outra pessoa para obter vantagem ou por ato ilícito.
Calúnia: Calúnia é uma mentira contada sobre alguém, agindo de má-fé.
 Ameaça: Fato, ação, gesto ou palavra que intimida, ou atemoriza.
Racismo: Preconceito ou discriminação em relação a indivíduos considerados de outra raça.   
Constrangimento ilegal: perseguição; pudor que sente quem foi desrespeitado ou exposto a algo indesejável.
Incitação ao suicídio: instigar, impelir, suscitar alguém a dar a morte a si mesmo.

Comportamento do agressor:

O agressor normalmente é alguém que queira se destacar de forma que humilhe alguém, que o faça sentir superior, sendo maldoso e desrespeitoso com a vítima de várias formas, o que o favorece muito é a forma anônima com que ele irá agir contra a vítima, o livrando assim de ser exposto de certa forma, para que não fique com má reputação por agredir alguém virtualmente, esse objetivo do agressor de sentir melhor que a vítima acontece muitas vezes por baixa estima, problemas sérios com drogas ou com familiares, ele se sente menor passando por problemas assim e como citado anteriormente, agredir a vítima e ofender ela na sua cabeça o torna superior e melhor do que ela, se resultando em uma pessoa violenta que não respeita a ninguém.

As consequências para a vítima:
As consequências de uma pessoa, ser virtualmente violentada são graves, pois, a vida dessa pessoa será marcada para sempre. O Cyberbullying, pode deixar marcas e cicatrizes, na vida de uma pessoa, isso acontece pela pressão da agressão, por isso a vítima de um Cyberbullying fica fragilizada, ou seja, a pessoa vítima de um Cyberbullying tem dificuldade para se comunicar com as pessoas alheias, também pode desencadear problemas psicológicos e também a vítima muitas vezes perde a capacidade de desenvolvimento, em vários termos sociais, a vítima pode ter seu aprendizado prejudicado, pode ter também dificuldade para se concentrar, e também o medo, a vítima pode ter a baixa auto-estima, depressão e entre outros problemas. É recomendado acompanhamento com o psicólogo para poder assim evitar o ato de auto mutilação ou até um suicídio.

Os perigos que o cyberbullying representa e o anonimato e impunidade dos agressores:

Por agir através da internet, o agressor no cyberbullying consegue se valer do anonimato. Devido à criação de perfis falsos nas redes sociais os chamados “fakes” ou do envio de mensagens diretamente de pessoa para pessoa, torna-se difícil, muitas vezes, identificar o autor de uma agressão.
Essa característica de anonimato é especialmente problemática porque crescem a ação dos agressores, que creem que sempre sairão impunes. Assim, ataques on-line podem ser ainda mais agressivos e ameaçadores, o que agrava todas as consequências negativas e pode prejudicar seriamente o equilíbrio psicológico da vítima. Ainda que especialistas consigam, em muitas das vezes rastrear a origem de mensagens, esse é um trabalho que depende de altos conhecimentos técnicos e de uma decisão judicial para que ocorra.

Algumas medidas que podem minimizar e evitar situações do cyberbullying:

Não Compartilhar informação pessoal, número de telefone celular, fotos, escola ou locais que frequenta. Consciencializar que o(a) namorado(a) que pede para filmar, fotografar atos de intimidade ou em poses eróticas pode transformar-se num pesadelo e colocar online para todos ver.
Nas redes sociais, adicionar só as pessoas que conhece, e manter o perfil restrito. Quando a primeira situação de cyberbullying acontece falar com os pais ou professores e pedir ajuda, ou procurar pessoas formadas no ramo. Como todos os tipos de bullying, também este traz um sofrimento muito grande e nas suas formas mais extremas, pode provocar depressão e até suicídio.

Conclusão:

Dada a relevância do tema abordado, concluímos que precisamos reconhecer a gravidade desse problema. E quanto  fundamental que todos entendam o quanto é importante saber usar as redes sociais, celulares e as diferentes mídias. Devemos ter consciência de que todos os seres humanos devem ser tratados com respeito, independente de características físicas, psicológicas, sociais e comportamentais.


Video: https://youtu.be/Ixx8Kb5GLgc

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

A SEGUNDA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL  


Nome dos alunos: Tiffany Sena Santos, Vanessa Silva de Lima, Ariadne das V. Melo, Sara Caroline Pereira, Ana Lúcia S. da Silva, Wandeslane da Silva Sales, Marcos Henrique Jesus da Silva, Matheus Nogueira, Cássia Mota dos Santos, Ana Caroline Nascimento 

Nome do Professor: Yuri Oliveira. 


RESUMO:   A Segunda Revolução Industrial foi os avanços tecnológicos, e suas invenções, marcado por um período de grandes mudanças sociais, políticas e econômicas, realizadas na Europa na metade do século XIX, e foi marcada pela adesão de países tais como, Alemanha, Inglaterra, França, Rússia, Japão e Estados Unidos. Além de grandes invenções como a fabricação do aço, da energia elétrica, de maquinas a vapor, telefones, aviões e também na área da medicina, com vacinas e novas especializações na área.  


PALAVRAS – CHAVE:  Invenções. Descobertas. Modernidade. Avanços.  


Introdução: O Artigo conta sobre a Segunda Revolução Industrial onde relata um processo profundo de transformação econômico-sociais que se iniciou na Inglaterra. Onde ocorreu muitos avanços tecnológicos, invenções e contextos históricos. E que apresentou um aprimoramento técnico e cientifico da Primeira Revolução Industrial da segunda metade do Século  XVIII. 

Desenvolvimento: A segunda revolução industrial teve início em meados do século XIX, onde foi impulsionada pelos avanços tecnológicos, pelas descobertas, invenções e desenvolvimentos.  
Com a Segunda Revolução Industrial foi possível o desenvolvimento de indústrias químicaselétricas de petróleo e de aço, possibilitando assim a introdução de navios movidos a vapor, como também o desenvolvimento de aviões e outras técnicas de produção.  
Esse período foi marcado pelo fato da Alemanha e os Estados Unidos serem potências industriais.  
 As novas técnicas de produção e a descoberta do aço em 1860 foi um espanto na indústria por que era muito mais resistente do que o ferro, o aço nada mais é do que o ferro com menos carbono, e nisso vem também o petróleo que é usado  como o combustível e esses fatores ajudaram na época, também teve a descoberta do motor a combustão, a geladeira, avanços medicinais como antibióticos que influencia muito na demografia, onde os meios de comunicação ficaram amplos tais como, os rádios e televisões. A descoberta da eletricidade e outras invenções marcaram muito esse período.  
O emprego do aço, a utilização da energia elétrica e dos combustíveis derivados do petróleo, a invenção do motor a explosão, da locomotiva a vapor e o desenvolvimento de produtos químicos foram as principais inovações do período. 
E o mundo todo passou a comprar, consumir e utilizar os produtos industrializados fabricados nos países da  Inglaterra, França, Estados Unidos, Alemanha, Itália, Bélgica e Japão. 
 A Inglaterra foi o principal país a ter os avanços tecnológicos , com novas invenções ,onde começaram a transformar a ela em uma grande potência econômica e militar durante o século XIX . 
Ao longo do tempo , a atividade industrial da Inglaterra deu o seu primeiro passo nos processos industriais , criando a máquina a vapor , que foi umas das principais locomotivas  para acelerar o desenvolvimento nos meios de transportes que  iriam surgir a partir dali. 
A questão da urbanização no setor agrário sofreu uma forte interferência da mecanização e muitos camponeses perderam o seu trabalho, eles foram para a cidade em busca de uma melhoria de vida, mas isso gerou um crescimento exagerado  
Houve também a crise do capitalismo industrial, para entendermos essa crise é importante saber dois conceitos, o de super produção que significa: produzir em grande escala e ter pouco mercado consumidor. Sem esquecer do subconsumo, ele é justificado pelos baixos salários que os proletariados tinham e então eles não poderiam comprar por que os salários eram baixos; nisso tem o conceito de mais-valia que foi colocado por Karl Marx onde ele dizia: "A questão da mais-valia é o real valor do salário do proletariado." Que no caso o salário ficava para os donos das fábricas. Era uma exploração do trabalhador na época, e aconteceu vários movimentos para obterem melhores condições de trabalho. 
Algumas mudanças no modo de trabalhar foram implantadas, com o modelo do Fordismo e do Taylorismo. Fordismo recebeu esse nome em homenagem a Henry Ford, onde ele tinha um sistema de produção em massa, dominado por linha de produção, e o Taylorismo tem o seu modelo de fabricação baseado no Japão onde tinham a produção de mercadorias com vista à flexibilização na fabricação de produtos e visava o aumento da produtividade, controlando os movimentos das maquinas e dos homens. 
 E o que levou a criação desses modelos de produção foi a busca pelo maior lucro, sendo assim eles especializaram os seus operários para produzirem cada vez mais rápido, e com o avanço da tecnologia as pessoas foram trocadas por máquinas pelo fato de elas exercerem os trabalhos muito mais rápido do que um humano.   
Durante toda essa produção o domínio das potências Europeias não foi apenas econômico, mas militar político e social. Onde tinham novos modelos de organização do trabalho, que podiam garantir a exploração da minoria para as indústrias na Europa.  
Os processos de fabricação possibilitou a construção na construção de pontes, máquinas, edifícios, trilhos, ferramentas entre outros objetos, e também o desenvolvimento técnico da produção de energia, o surgimento o e avanço dos meios de transporte, meios de comunicação e avanço da química, com a descoberta de novas substâncias; a descoberta do múltiplo aproveitamento do petróleo e seus derivados como fonte de energia e lubrificantes; o surgimento dos plásticos; desenvolvimento de armamentos como o canhão e a metralhadora; a descoberta do poder explosivo da nitroglicerina. 

Conclusão: A Revolução Segunda industrial foi as mudanças que aconteceram na Europa nos séculos XIX, a principal particularidade dessa revolução foi a substituição do trabalho artesanal pelo assalariado e o uso das máquinas. Sendo assim ela foi o conjunto de meios que a humanidade inventou com o objetivo de produzir mais no menor espaço de tempo possível, satisfazendo as necessidades de uma população crescente. 

REFERENCIAS: 
https://www.suapesquisa.com/industrial/segunda_revolucao.htm